A cybersecurity é também prioritária no home office

Segurança

O home office, uma opção que vinha sendo utilizada de forma esporádica ou, pelo menos, não generalizada, passou a ser parte de nossa rotina pela situação excepcional que vivemos. Em todo caso, é conveniente não esquecer alguns conselhos básicos e precauções de segurança.

O estado de alerta decretado para toda Espanha obrigou a todos a adotar uma série de medidas como ficar em casa, salvo para os supostos CONTEMPLADOS. No caso do desempenho profissional, sempre que este não exija a presença física, o ‘home office’ deve ser a norma. Assim estamos agindo na MTP há vários dias, desempenhando nossas tarefas e projetos de Digital Business Assurance.

 

De acordo com as informações que pudemos ler estes dias nos meios de comunicação, cresceu de forma significativa, entre 20 e 30% a demanda de serviços na nuvem, nas redes privadas virtuais e equipamentos. Também o tráfego que circula pela Rede está atingindo, nestes dias, cifras recordes.

 

Trabalhar de casa implica em uma série de mudanças em nossa rotina habitual, e deixando de lado a mudança óbvia de localização física, devemos tentar que o restante dos fatores diferenciais sejam os menos possíveis. O aspecto da cybersecurity é um dos que deve ser prioritário, para não comprometer a organização e os clientes a quem se presta serviço.

 

Os ‘hackers’ estão aproveitando a situação de certa confusão para tentar ‘pescar’ em águas turvas. Desde aqueles que se fazem passar por serviços técnicos ou de suporte próprio para captar credenciais e senhas, até os que usam como ‘anzol’ qualquer iniciativa solidária com o mesmo objetivo, de obter senhas de acesso e manipular nossos computadores e todo o conteúdo ou acessos (especialmente os bancários) que possam conseguir.

 

Sobre este aspecto geral, convém lembrar as recomendações habituais de não fornecer dados nem senhas que forem solicitadas por e-mail, SMS ou qualquer outro canal, nem ‘clicar’ em links nem baixar arquivos anexos, de comunicações que possam parecer ‘suspeitos’.

 

‘Home office seguro‘

Com relação ao material de trabalho, Laptops, celulares ou outros dispositivos que a empresa coloca a nossa disposição, o ideal é manter as mesmas pautas de prudência e cuidado que temos quando desenvolvemos as tarefas na sede da empresa. Neste sentido, o melhor é utilizá-los apenas para a atividade profissional, para não comprometer sua segurança, e manter a rotina de atualizações de software periódicas. E, claro, evitar as redes de uso público.

 

Caso, pelas circunstâncias, se trabalhe em um equipamento não corporativo, convém não deixar sessões de aplicativos abertas, bem como evitar no possível o download de informação sigilosa e eliminar o histórico de navegação ao terminar. Da mesma forma, pode ser uma boa opção a mudança da senha WiFi doméstica por uma senha forte, de pelo menos 8 caracteres e que combine maiúsculas, minúsculas, números, letras e caracteres especiais.

 

E com relação às ferramentas de software ou aplicativos, também é conveniente seguir as recomendações dos responsáveis de sistemas da empresa, para usar as que estiverem implantadas de forma segura em cada organização e as que forem de eficiência comprovada (utilidade e produtividade). Em caso de dúvida, siga as Instruções da própria empresa ou consulte qualquer mudança.

 

Há muitas ferramentas gratuitas a disposição de todos, como programas de comunicações ou de mensagens, videoconferências, armazenamento etc. Podem ser usados pontualmente, mas sem esquecer que há conteúdos que, por sua confidencialidade ou caráter de informação pessoal, devem ser manejados de acordo com as normas e manipulados ou armazenados nos suportes autorizados.

 

Como conclusão, podemos apelar ao sentido comum e à prudência. No caso de dúvida frente a uma informação ou inconveniente com ferramentas de ‘home office’, melhor contrastar com fontes oficiais e, claro, consultar a própria empresa.

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